terça-feira, 26 de julho de 2016

BRASIL Ministério da Cultura exonera mais de 70 funcionários nesta terça

A relação conta com pessoas da cúpula da Cinemateca Brasileira, como a diretora Olga Futemma
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
  
Mais de 70 funcionários do Ministério da Cultura (MinC) foram exonerados nesta terça-feira (26). Segundo informações do jornal O Globo, a lista inclui nomes de secretarias ligadas à pasta, de bibliotecas e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A relação conta ainda com pessoas da cúpula da Cinemateca Brasileira, como a diretora Olga Futemma.
A Presidente do Conselho da Sociedade Amigos da Cinemateca, Maria Dora Mourão disse que os funcionários foram pegos de surpresa com a decisão. Segundo ela, o ministro Marcelo Calero e o secretário do Audiovisual, Alfredo Bertini, reuniram-se há cerca de duas semanas com Olga Futemma e os conselhos da Cinemateca para traçar um diagnóstico da instituição.
Cinemateca Brasileira
(Foto: Reprodução) 
"Até que o Bertini ligou para a Olga de manhã (terça-feira) e comunicou a ela que estava sendo exonerada. Falou mais, que tinha um novo nome para a direção, alguém conhecido, só que não podia revelar quem eram. Ficamos muito surpresos", contou Maria Dora ao Globo.
Em nota, a assessoria do MinC informou que as exonerações são parte da reestruturação da pasta e do plano de valorização dos servidores de carreira. "Seguindo as orientações da Casa Civil, a maior parte dos cargos será preenchida por servidores concursados que ocuparão cargos de chefia. A orientação atende uma demanda da sociedade civil por uma gestão republicana e transparente e que será implementada à risca pelo Ministério da Cultura", diz a nota.
Ainda segundo o Globo, entre as secretarias atingidas estão a de Economia Criativa, da Cidadania e da Diversidade Cultural, de Articulação Institucional, de Políticas Culturais, de Fomento e Incentivo à Cultura, além da Secretaria do Audiovisual (à qual pertence a Cinemateca). Funcionários do próprio gabinete do ministro da Cultura, Marcelo Calero, também foram afetados. 

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